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UM SONETO


Elijanique Savil

Paga com mal o bem que a ti fazem.
Esse é o preço a ser pago por teu bem.
Dá as costas aos que ao pé de ti jazem,
E não espere ser amado por ninguém.

A recompensa que desejas, não virá!
Aquele sonho que te é caro apodreceu.
A esperança, fenecida, já te deixa,
o beijo sacro, no inferno se perdeu

Vê? Nada é belo, nada é santo. Nada é puro.
O que era doce, colo afável de mulher,
Já não te encanta.

O natural voltou-lhe a face.
Contempla agora:
Só o bizarro bem lhe quer.

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